sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Parti para o fim do mundo.

Depois de alguns contratempos tudo acabou dando certo, fiz o seguro carta verde pra 30 dias, comprei tudo que precisava para camping, para a moto e para mim, agora é só pegar a estrada.
Retirei algumas carenagens da moto porque sei que a maioria que vai pro Ushuaia e pega o rípio acaba comprando terreno por lá e a PCX se tombar vai riscar toda a carenagem lateral, então para evitar retirei as duas laterais e também o acabamento que vai sobre a alça do garupa, pois ali vou amarrar a bagagem então é certo que iria riscar tudo, sendo assim aliviei um pouco de peso, porém prejudiquei a aerodinâmica da moto, mas se acontecer de eu comprar terreno por lá será uma peça a menos pra comprar.
Relação de itens que compõe minha bagagem:
3 calças jeans
3 camisas
1 blusa de lã grossa
1 blusa de lã fina
1 blusa de moleton fina
7 pares de meia
10 cuecas
Balaclava
Fita silvertape
jogo de chaves(as que achei mais necessárias)
kit de correia e roletes (Equivalente a kit de relação)
1 lampada de seta
1 lampada de freio
1 compressor de ar 12V
kit de reparo para pneu
1 vela
Mapas impressos
Copia dos documentos
Seguro Carta Verde
Carteirinha de estudante(Para pagar meia entrada nos parque do Chile)
Bota tipo alpargatas
Capa de chuva 
3 bloquinhos de anotações
1 caneta
Celular com GPS
Câmera fotográfica
Tripé
Monopod
Barraca
Saco de dormir
Saco de dormir de emergência em plastico aluminizado
Isolante térmico
Lona para cobrir a barraca(a barraca não é lá aquelas coisas)
Canivete Suíço
Inversor 12/110V(para carregar celular e câmera)
Galão de 5L para gasolina reserva
1 par de luvas de inverno
1 par de luvas de latéx
1 par de luvas de verão
Protetor cervical
Farmácia(Tudo que achei que poderia precisar se passar mal ou me ralar em um tombo)
Protetor solar FPS50
Suporte para GPS instalado no guidão
Adaptador 12V 
Cinta pra reboque
Elásticos para a bagagem
Cartões de memória e pen-drive

Partirei lá pelas 7:00 com a intenção de rodar até as 20:00 um total de aproximadamente 900km
Assim que der vou postando aqui as fotos e relato dos dias de viajem.

domingo, 30 de novembro de 2014

Roteiro finalmente definido da viajem.

O roteiro esta definido, agora só falta decidir se vou pelo Atlântico ou pelo Pacífico. Os mapas abaixo seguem pela ordem indo pelo Pacífico e voltando pelo Atlântico:





Preparativos:
Quanto a PCX:
Como até a data da partida a PCX estará com quase 12000 km rodados e a troca da correia o manual recomenda ser feita com 24000 km e a viajem será de aproximadamente 13000 km, irei providenciar a troca do kit de relação dela para poder ir tranquilo, aproveitando trocarei também o filtro de ar e os dois pneus, uma vez que o traseiro esta pela boa e o dianteiro chegaria quase na lona.
Comprei também um adaptador para que eu possa ligar o compressor de ar 12V e o carregador do celular, que será meu GPS, comprei também um kit de reparo de pneu sem câmara.
Como em 90% dos relatos que li em que os caras com motos grandes passaram pelo rípio caíram e como sei que se eu cair, por mais devagar que eu esteja a carenagem inferior vai ser danificada, tirarei as duas carenagens laterais por garantia.
Quanto a acampamento:
Comprei uma barraca, que não sei como será quando pegar chuva, vou inventar alguma coisa pra não me molhar dentro dela, depois posto aqui a solução, é melhor prevenir que remediar. Comprei também um saco de dormir para até 5°C e para emergência, caso de muito frio, um saco de dormir aluminizado, tipo aquelas mantas que colocam em acidentados, que eleva a temperatura em mais 5 ou 6 graus, sendo assim poderei pegar até -1°C.
Nos acampamento as únicas coisas que me preocupam são a chuva, o frio, o vento e os pumas, que dizem que tem em algumas regiões da patagônia, para isso vou dormir com um canivete aberto ao meu lado, já é alguma coisa na hora do apuro.
Quanto a burocracia:
Como na viajem para o Atacama, levarei a carteira de identidade, carteira de motorista, documento da moto, copia autenticada destes documentos, seguro carta verde, copia das leis de trânsito argentinas, precaução contras os policias corruptos de lá, pelo menos terão que me mostrar que eu estava errado na lei se quiserem me multar.
Levarei também, mapas dos roteiros impresso, para o caso de pane no GPS. Dinheiro levarei em dólar e irei trocando quando preciso, pois pelo que li em outros relatos, sempre é mais vantajoso trocar o dólar pelo peso, ao invés de real por peso.

Objetivos da Viajem:
Locais a serem visitados:
Ushuaia como sendo o destino principal, pra mim é apenas um barreira a ser quebrada pra dizer que consegui chegar lá. Pelo que vi tem alguns atrativos, porem no verão não é lá aquelas coisas. visitarei o que for fácil e barato, pretendo um dia voltar lá e ai sim, com mais dinheiro poderei curtir  melhor.
Torres del Paine, de longe acho que este é o lugar mais top, tanto nos relatos que li como em documentários que assisti, uma pena eu não ter muitos dias pra ficar lá, pois tem algumas caminhadas a serem feitas que levam a lugares muito bonitos e que não poderei ir, é somente paisagem natural, intocada, serão uns 100km de estrada de rípio dentro do parque por paisagens de tirar o folego.
Fits Roy, é uma montanha muito bonita que nao poderá ser deixada de lado.
Cueva del Milodon, não é um lugar assim tão legal, mas como esta perto de Torres del Paine, não posso deixar de fora, além do que a estrada pra chegar lá é bonita e de rípio.
Cueva de las manos são pinturas primitivas de milhares de anos, Fica perto da Ruta 40 entre Torres del Paine e o Lago Buenos Aires.
Capillas de Marmol,  tem que pegar um barco para vê-las no Lago General Carrera, um dos lugares mais bonitos da viajem.
Glaciar Perito Moreno um dos pontos altos da viajem, espero fazer belas fotos por lá, quem sabe se não tiver muito caro eu faça um tour por cima dele.
Ventisqueiro Golcante, é um glaciar suspenso que com o degelo forma uma linda cascata, com acesso por uma trilha de mais ou menos uma hora. Fica as margens da Carretera Austral.
Vulcão Osorno, com seu pico nevado, é um lugar muito bonito, subirei até a estação de esqui que tem quase em seu cume.
Buenos Aires, Santiago e Montevideo, será uma passada rápida só pra algumas fotos e seguirei em frente.
Punta del Este vou lá pra andar na ponte ondulada e tirar aquela foto obrigatória na mão da praia.
Vina del Mar, que tentar ver o por do sol no pacífico lá.
Ai também terão outros lugares para serem visitados, porém com não muita importância, mas não menos bonitos, afinal a carretera austral e a ruta 40 são lindas em todas sua extensão.

Psicológico:
Bem.... ai o negócio complica, diferente da viajem para o Atacama, que foi muito mais fácil e confortável, esta será um desafio para mim e para a moto, serão muitos dias andando em estradas péssimas com chuva, porque lá sempre chove,  e com frio e pra deixar as coisas mais emocionantes ainda tem o vento. A parte boa é que no começo não tem nada disso, vou me acostumando com a solidão da viajem e aquele friozinho na barriga quando o dia vai terminando e tenho que achar um lugar pra acampar, Ai quando as coisas começarem a piorar, lá pelo 5° dia, eu já estarei psicologicamente mais preparado pra enfrentar todo o que ainda terá por vir.

E que venha dia 18 de dezembro...

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Redefinição de roteiro, agora rumo ao Fim do Mundo.

A muito tempo que eu venho sonhando em ir até o fim do mundo, desde que li esta matéria:
Se eles foram por que eu não. Eu estava exitante pelo fato de ter muito rípio e pelo fato do vento ser muito forte, mas depois de ler este outro blog:
e este:
Que é recente resolvi arriscar, o problema é no rípio, mas como no relato uma boa parte já foi asfaltada, mesmo assim será perto de 1000km de rípio, fica um pouco melhor de ir pra lá.
Como o objetivo principal é chegar na cidade de Ushuaia, a cidade mais ao sul do mundo, também conhecido como Fim do Mundo, sairei de Guaramirim-SC tentando percorrer o máximo de km possível por dia para ter folga na volta pra visitar alguns cartões postais que tem pela região, como El Calafate, Torres Del Paine, Capillas de Marmol, GlaciarPerito Moreno, etc. Ou fazer o inverso, ir devagar na ida, pela carreteira austral e voltar pela ruta 3 tentando andar o máximo de km por dia, pois não tem nada de legal nela.
Não será fácil, porém será um teste pra saber se suportarei fazer uma viagem de volta ao mundo, pois a região é desafiadora, terá muito vento, chuva, frio, regiões inóspitas com pumas, estradas em péssimas condições e a solidão de 30 dias acampando sozinho.
No próximo post detalho mais sobre a viagem  e preparativos.




quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Roteiro a ser realizado sem data definida.

Nos mapas a seguir tem a rota da viajem, como a moto nao é indicada para estradas de barros tentei achar apenas caminhos de estradas pavimentadas, mesmo assim no Pará tem 70km de estrada de barro pra eu vencer, tomara que tenha sol.






 



segunda-feira, 16 de junho de 2014

Novo projeto de viagem em andamento

Depois da ultima viagem pensei em pegar uma moto maior e ter que ficar uns 2 anos sem fazer viajens grandes, mas acabei mudando de ideia, comprei uma Honda PCX 150 e to começando a desenhar a nova viajem. Desta vez apenas pelo Brasil, mas serão mais de 10000km rodados pelo litoral e voltando pelo centro do Brasil, estimo que serão 25 dias de viajem, conforme a ideia ir amadurecendo vou postando aki as mudanças e se eventualmente desta vez terei um companheiro de viajem.


quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

14º e 15º dias

14º dia


Depois de uma noite bem dormida e tranquila, acordei ansioso para voltar uns kilometros e subir a serra que tinha descido no fim da tarde do dia anterior, desmontei a barraca e depois de tudo arrumado na moto peguei a estrada morros acima, a serra tem uma paisagem de perder o folego, são curvas que não acabam mais, depois de  quase 20km de subida cheguei ao ponto mais alto da serra e voltei a desce-la, mas desta vez sem neblina e com o sol batendo em um dos lados do vale. Pra ter uma ideia, quem já conhece a serra do Rio do rasto, é como se juntasse umas 3 ou 4 uma atráz da outra, tantas são as curvas e o tamanho da descida, deve descer uns 1500 metros de altitude em menos de 10km. 










Depois de muitas fotos continuei descendo ate chegar a Purmamarca, uma cidade bem rustica e muito turística pelo que pude observar, dei uma volta nas ruas da cidade, apreciei um pouco da beleza das montanhas coloridas a sua volta, o motivo pelo qual tanta gente visita a cidade e segui viagem com vontade de voltar um dia pra poder conhecer melhor as belezas naturais da cidade. 








Depois de Purmamarca ainda em um certo trecho pode-se ver as formações rochosas coloridas, mas depois que elas terminam a paisagem por certo tempo parece o Brasil, muito verde, um rio a beira da rodovia, construções ate que de bom padrão, fazendas de pequenos agricultores, ate chegar a rodovia 16 que cruza o chaco, com a paisagem monótona, grandes fazendas e poucas cidade, em parte da estrada as condicies da pista não são das melhores, justamente nesta parte da estrada eu estava quando já era fim de tarde e começou a se aproximar nuvens de chuva que vinham atráz de mim já a tarde toda, pensei em tocar ate a próxima cidade e procurar um hotel, pois o vento era muito forte e já estava escurecendo, como não sabia a distancia ate a próxima cidade e não sabia se haveria hotel, fui andando, mas de olhos no acostamento procurando algum lugar que eu achasse seguro acampar, pois não queria ficar a noite em uma estrada esburacada e na chuva com vento.




Quando já era quase escuro vi um local que eu poderia acampar, parei analisei o local e montei a barraca debaixo de uma arvore baixa para me proteger do vento, foi difícil de montar com vento, varias vezes ela saiu rolando, ate que consegui monta-la e passar a lona por sobre a biz e a barraca, Achei que teria problemas na chuva, mas como Deus é grande e não tinha me faltado até ali, ele desviou  a chuva e pude dormir bem, apenas um pouco de vento incomodou durante  a noite. 
Neste dia foram 550km.

15º Dia

Desmontei a barraca já com pensamento fixo de dormir no Brasil neste dia, peguei a estrada por volta das 8:30 e acelerando tudo a uns 110km/h, já que era só reta, cruzei o chaco  e passei por Corrientes e Resistencia, cidades que eu estava com medo de passar e ser mordido pela policia, mas passei sem ser incomodado, felizmente percebi onde eu tinha que passar pela rua lateral para não ser multado na rodovia, já era perto de meio dia, então fui procurando um lugar pra comer uma parrilla, achei um bar à beira da rodovia que servia a parrilla e foi la mesmo que parei, um estabelecimento bem modesto, mas com uma excelente carne, o cara ia assando e servindo nas mesas, comi bem, custou 15 reais o mesmo que se paga nas churrascarias de beira de estrada no Brasil. Depois de conhecer a Parrilla segui viajem pensando em entrar no Brasil por Foz do Iguaçu, foi chegando o fim da tarde e vi que teria que pilotar a noite pra chegar lá e não chegaria muito cedo, então lembrei que poderia ir por São Borja e pegar a mesma estrada que eu já havia passado na ida, pensei um pouco e decidi ir por São Borja mesmo, afinal de contas eu já conhecia a estrada de Foz do Iguaçu ate minha casa também. Cheguei em um posto para meu ultimo abastecimento na Argentina em Gobernador Ing Valentin Virasoro, abasteci e já estava se pondo o sol, cheguei na aduana já noite, pois ficava a uns 70km do posto. Quando fui pegar os documentos para dar saída da Argentina, abro minha carteira e os documentos não estavam lá, tinha perdido identidade, carteira de motorista e CRLV da moto. Pra minha sorte eu tinha uma cópia de tudo e consegui sair da Argentina, não compensava voltar ao posto pra ver se achava, dificilmente estaria la, e eu já estava puto da cara, era noite, então fui a São Borja achar um hotel, perguntei a um taxista que me indicou o Hotel Pampa, custou R$30,00 a noite, mas era um hotel limpo com banheiro no quarto e ar-condicionado e tinha até toalha, já que a minha tinha ficado na Argentina.  Neste dia foram apenas 3 fotos, de tao chato que é o chaco e esta região da Argentina, não mereceu fotos, só o por do sol que estava muito lindo, mais lindo que as fotos podem expressar.





segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

12º e 13º dias

Décimo segundo dia
Acordei as 3:50 e fui pra frente do hotel esperar o ônibus que me levaria ao geiser, como sabia que seria frio coloquei 3 calças e 3 blusas, o ônibus chegou e fomos para a estrada, seriam 86 km até o geiser, logo no começo vi que tinha feito uma escolha ruim quanto ao meio de condução, entrava muita poeira no ônibus e ficava difícil de respirar, aconselho a quem for perguntar se é van ou ônibus, na van deve entrar bem menos pó. Chegamos ao geiser ainda escuro, logo amanhecer e podemos ver as colunas de vapor, e não esguichos de água fervente como se vê em yelowstone. Mesmo assim é bonito, estava frio, mas nao tanto, tinha até um alemão e um suíço de bermuda lá. No onibus que fui tinha um pessoal do Brasil, de Florianópolis, um homem e uma mulher e com eles uma chilena que falava portugues pois tinha sido casada com um brasileiro e morou 19 anos no Brasil, um pessoal muito simpático, principalmente a chilena, conversamos bastante, ela ate queria que eu fosse ate a cidadezinha onde eles estavam hospedados pegar uma toalha que ela não estava usando, o senhor de Florianópolis me recomendou ir ver o vale de Jeré na cidade onde ele estava hospedado disse que era muito lindo, a tarde fui ver.
Voltamos pra cidade por volta das 12:00. Peguei a moto e fui ver as Lagunas altiplanicas que ficam a 120km de San Pedro e o Vale de Jeré. Consegui ver as lagunas e o vale de Jeré que tambem era muito bonito mesmo e pouco divulgado, na volta fui ver a laguna Cejar e os Ojos del Salar e por fim a laguna Tembequiche que ficam todos pertos uns dos outros, a laguna Cejar e uma lagos de água transparente e que não se afunda pela grande quantidade de sal na agua, a laguna Tembequiche e um lago que esta virando um salar com  uma grande área já de sal. Depois de ver tudo cheguei ao hotel ja a noitinha e decidi ficar por ali mais uma noite e passar a virada por ali mesmo. Tomei um banho e fui ver se achava algo pra comer, e não achei, pois estavam servindo a janto da virada, dei uma volta na cidade que era uma babilônia com gente do mundo todo andando por ali, mas acho que o que mais tinha era brasileiro. Por fim passei a virada na barraca comendo batata chips e tomando refrigerante. Fui dormir antes da virada para no dia seguinte sair cedo para cruzar a cordilheira.
Neste dia foram 190km de onibus e 250km de moto.
 Geiser El Tatio


 Lagoa de agua quente. Fora estava muito frio.



 Ao fundo da pra observar um vulção ainda ativo com fumaça em seu cume.


 Povoado Machuca
 Lhamas
 Area de perigo vulcânico.


 Lagunas Miscanti e Menique.






 Vale de Jerré
 Laguna Cejar

 Lagoa de água salgada, onde não se afunda

 Olhos do salar

 Laguna Tembequiche


 Voltando Pra San Pedro de Atacama.

Decimo terceiro dia.

Dia de comecar a viajem de volta. Acordei umas 9:00 e fui ver se conseguia trocar o que sobrou de pesos chilenos, depois de muito andar consegui trocar, voltei pro hotel, onde estava acampando desmontei  a barraca e arrumei tudo na moto e  as 10:30 peguei a estrada rumo ao paso Jama, no meio da cordilheira parei pra ver umas casinhas que colocam em homenagem aos que li morreram em acidentes e logo depois para os paulistas que tinha conhecido no hotel de San Pedro de Atacama. Conversamos um pouco, tiramos umas fotos  e eles seguiram viajem, nesta subida da cordilheira estava muito mais frio que quando atravessei pela primeira vez, a luva não adiantou de muita coisa, passei frio. A moto como sempre perdeu potencia e tive que subir a meio acelerador, pois nao adiantava acelerar que ela não ganhava velocidade. A estrada é muito linda e do lado chileno se pode ver que muitos acidentes acontecem, talvez se percam vendo as paisagens e saem da pista






 Galera de São Paulo que conheci no hotel que eu estava acampando em San Pedro de Atacama.









 Igreja de San Pedro de Atacama












 Vicunãs


Barraca no camping do hotel.












 Salar Grande - Argentina
 





Quebrada de Purmamarca Argentina